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07/08/2021

Kyle Murphy leva a etapa, Jóni Brandão ganha tempo

Norte-americano da Rally Cycling chegou isolado a Castelo Branco e corredor da W52-FC Porto fugiu no último quilómetro. Rafael Reis manteve a camisola amarela.
 

A segunda etapa da 82.ª Volta a Portugal teve um desfecho surpreendente, com a vitória de um fugitivo, Kyle Murphy, e um ataque de última hora de Jóni Brandão, que ganhou segundos a todos os adversários. Rafael Reis, da Efapel, manteve a camisola amarela.

Kyle Murphy (Rally Cycling) fugiu logo ao décimo quilómetro dos 162,1 que ligaram Ponte de Sôr a Castelo Branco, acompanhado de Marvin Scheulen (LA Alumínios-LA Sport) e Andrew Turner (SwiftCarbon).

O trio fez praticamente toda a etapa na dianteira, com o português Marvin Scheulen a conquistar a camisola de líder da montanha e Murphy a resistir de forma inesperada à perseguição, movida sobretudo pelas equipas espanholas Kern Pharma e Caja Rural.

Aquela que era uma das raras etapas que poderia ter um final ao sprint teve um desfecho ainda mais inesperado no último quilómetro, quando Jóni Brandão atacou em força, para "ver o que ia dar, acabando por ganhar alguns segundos", como disse no final o corredor da W52-FC Porto.

Brandão terminou a 12 segundos de Murphy, mas ganhando 5 segundos ao pelotão, que foi todo considerado com o mesmo tempo. Rafael Reis perdeu esses 5 segundos para o portista (classificação oficiosa), mantendo a camisola amarela.

Jóni Brandão subiu à quarta posição da geral graças ao seu ataque, estando agora a 18 segundos de Reis e 5s de Mauricio Moreira, que tal como o líder é da Efapel e ocupa o segundo lugar. Diego Lopez, da Kern Pharma, é terceiro, a 17 segundos da amarela.

Este sábado, com a subida à Torre, numa etapa de 170,3 quilómetros, a Volta a Portugal terá o primeiro dia decisivo.

 


 

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